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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Conversas Bizarras Entre Sanduíches Gordurosos - Ato IV

Round 1
Samuel mastigando filé com pão e muita maionese: ...

Polly diz: Eu comecei a caminhar hoje à tarde.

Manu diz: Sério? Onde?

Polly diz: Lá no Horto Florestal. É legal, tem gatinhos, o que é um incentivo.

Manu diz: Ah, você deveria caminhar no Parque do Tucumã de manhã cedo.

Polly diz: Ta louca. Pra que? Pra ser estuprada? No Parque to Tucumã só tem tarado.

Manu diz: Pois eu caminhei várias vezes lá e nunca fui estuprada.

Polly diz: Ta mal, heim amiga?

Samuel se engasgando com filé com pão e muita maionese: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Round 2
Samuel tranqüilo engolindo mais pão no filé: ...

Polly diz: Vocês sabem, né? Eu não me misturo com preto, o Samuel é o único preto que faz parte da minha vida.

Victor diz: E o teu irmão?

Polly diz: Não faz parte!

Samuel dessa vez tendo cuidado pra não se engasgar: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Round 3
Manu diz: Polly, se você tem tanto preconceito com preto você deveria me idolatrar, que sou branca, loira, olhos verdes...

Polly diz: Verdade, Manu é branquela mas tem cara de saudável. Não parece aquelas branquelas anêmicas.

Manu diz: Lógico. Sou dourada!

Polly diz: Que nada, dourada sou eu!

Samuel diz: Polly... tu é opaca!

Polly: ¬¬

Manu diz: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Previsões de Carnaval, Ícones Cult do Terror e Porque Usar a UFAC Num Filme de Horror

Gameleira: "Carnaval da Gameleira morreu. Pegou gripe. Morreu."
Acho que esse vai ser o penúltimo post antes de eu sair de férias. Aí, pessoa que lê o blog deve tá dizendo, “Beleza, tu vai sair de férias, e o Kiko?”. Povo sem coração. Mas eu informo do mesmo jeito. Na metade de fevereiro to me mandando pro Sul do país, vou fazer uma cirurgia e curtir um friozinho a la “não tenho dinheiro pra ir pra Europa, então vou pro sul do país e finjo que é a mesma coisa”. Ai dá Ctrl+c no pensamento de um amigo meu, “Grande porra, tu vai pro sul fazer uma cirurgia. Tu vai curtir alguma coisa por acaso?”. E lógico, eu tenho a resposta na ponta da língua, “Eu vou estar sofrendo, tomando morfina, remédios pra dormir, com os ossos do tórax sendo contorcidos, mas a diferença é que eu vou sentir tudo isso de frente pro mar, ok? E tu vai morrer de calor no Acre”. Morra de inveja. Ah, só um lembrete, o primeiro que vier com a piadinha de “Vai fazer cirurgia do que? Mudança de sexo?”, vai levar uma saraivada virtual. O assunto é sério e eu quero meu nome no caderninho de orações de todo mundo.

Antes disso temos carnaval. E quais são minhas expectativas? Muito sexo, beijo na boca, rodinha ao redor das minas, bater Kenner, bebida, gandaia, vexame e ressaca? Quem dera! Essa é uma das desvantagens de ter amigos “politicamente corretos”, a maioria ta namorando, estudando cumpulsivelmente pra concursos e vestibulares, ou são um bando de sem graças incorporando a moda "indie-cult-geração emo" de “não gosto de carnaval, é uma coisa muito brasileira pra mim”, quando na verdade eles devem ter algum trauma no estilo “se c* de bêbado não tem dono, no carnaval, se você não tomar cuidado, as proporções disso podem ser bem maiores”. Mágoa de caboclo.

Além disso, o carnaval desse ano aqui em Rio Branco não promete ser dos melhores com mudanças drásticas naquilo que a cidade melhor tinha de oferecer. Antes eu achava que o carnaval era uma festa boa ate no conceito de que havia uma generalização nas classes e comportamentos sociais, pois a estrutura que tinha aqui sempre foi homogênea, agora tanto o carnaval da Arena, quanto o do Juventos parece que irão gerar fases heterogêneas entre os foliões (papo químico mode: off). Espero que eu esteja enganado. Ainda assim, a probabilidade de que eu durma e guarde dinheiro pra gastar nos pub’s e mundo de livrarias da XV de Novembro, em Curitiba, ao invés de comprar uma mesa no Vermelho e Preto e encher a cara com Red Label falsificado, (mesmo que os melhores amigos do homem sejam o Johnny e o Walker) é bem grande.

Aliás, talvez eu aproveite esse feriado pra saciar o meu interesse mais que repentino sobre alguns ícones cults do cinema de terror que marcaram a minha infância e tem minha admiração até hoje, Jason Voohees, Freddy Kruger, Leatherface e por último (e realmente menos importante) Michael Myers. Ok, de todos os meus comportamentos bizarros, ser fã desse time aí de cima deve ser um dos piores. Mas cara, eles marcaram o cinema do horror, marcaram e marcam gerações, e (acima de tudo) geram dinheiro pra suas produtoras até hoje que insistem em afundar na lama a pouca “reputação boa” que eles ainda tem.

Tipo, como não se admira o Jason, se Sexta Feira 13 é o pai de todos os clichês de filmes de terror teen? Tá, eu dei um motivo mais pra vocês odiarem ele por ser pai de todo esse lixo cinematográfico que nós temos (que atingiu seu ápice com aquela obra prima com a Paris Hilton, A Casa de Cera). Mas o que seria de nossas vidas sem esse tipo de cinema que aliena as pessoas e gera milhões as produtoras que produzem mais e mais dessa merda? (hum... não respondam). Sexta Feira 13 é um filme que ganhou 10 partes. Em TODAS, o grupo de futuros jovens mortos é SEMPRE igual, vamos por tópicos:

1-Os personagens são aquele primor de estereótipo: há a mocinha bobinha que quer dormir com um rapaz bonitão, há o casalzinho que só pensa em transar, uma gostosona, um rapaz que não tira o olho da gostosona e apronta para vê-la pelada, e por aí vai.
2-TODOS os figurantes precisam morrer, sendo que a Parte 9 é a mais exagerada de todas, onde todo mundo que atravessa o caminho do Jason é morto sem motivo.
3-Tem o gordo feio no estilo "ninguém me ama, ninguém me quer", que só faz brincadeiras bobas e, quando a coisa pega de verdade, ninguém acredita nele. É deste gordo que Jason rouba a máscara de hóckey que passa a usar (Parte 3). Tem um casal de maconheiros que entra no filme mudo e sai calado, só fumam maconha, morrem, e nada mais (grande participação). E claaaro, não podemos esquecer o casal tarado que só pensa (e faz) sexo. O melhor, na Parte 2, um casal é transpassado por uma lança enquanto transa.
4-A mocinha sempre é virgem, ou seja, é a catisdade que salva. O namorado dela geralmente é o gostosão do grupo, que geralmente também morre de forma grotesca (tem uma cena beeem legal na Parte 1 da mocinha encontrando o namorado pregado do outro lado da porta por uma seta na garganta).
5-Sustos de gato são praxe para depois do suspiro de aliviados Jason vir e PÉI, matou. E quando tudo parece mais perdido do que nunca, tem sempre um idiota que grita “Vamos nos separar”, sendo que na verdade Jason é o mestre do teletransporte e não importa o quanto você corra, ele sempre vai estar na sua frente, mesmo a passo de tartaruga.
6-Tomam banho de rio pelados; vão nadar de madrugada, sozinhos; vão a lugares desertos e escuros sozinhos, sem acender nenhuma luz; e NUNCA percebem como de uma hora para a outra todo mundo sumiu, e assim por diante.

Jason no começo era um serial killer louco, depois ele assumiu status de ser místico imortal. Levou mais de 100 tiros, foi esfaqueado 26 vezes, levou 5 machadadas, foi atropelado por um trator e um carro, soterrado por um telhado, foi atingido por vasos, um sofá, alguns pedaços de madeira, duas cadeiras, livros, uma estante, uma televisão, foram fincados ao longo do seu corpo 15 barras de ferro, foi afogado em lixo tóxico, foi explodido... e sobreviveu. Porém, outro ótimo assassino místico é o Freddy Kruger, porra, desse sim eu me mijava todinho quando moleque. O primeiro A Hora do Pesadelo era de tremer, magnífica obra do Wes Craven, apenas o final era meio tosco. Só que a partir do segundo, Fred virou um vilão que matava com efeitos especiais (e não com aquelas garras que são a maior invenção de morte do cinema) e sempre soltava piadinhas antes de fatiar. So voltou a ser gente na Parte 7, novamente dirigido por Wes Craven. Fred é uma das idéias do terror mais geniais que foram desperdiçadas nos próprios filmes produzidos, um assassino que mata pelo sonho. Fantástico.

Freddy: Torce pro Vasco, mas é obrigado a trabalhar com a blusa do Flamengo
Está confirmado um remake de A Hora do Pesadelo, tão só esperando o fim da greve dos roteiristas (que eu apoio). Eu gostaria muito que valorizassem a história de Freddy como um humano frio, assassino de crianças que foi linchado pelos moradores da rua Elm. A introdução de FreddyXJason é ótima por mostrar justamente parte disso. Aliás, antes que perguntem, eu adorei esse filme; é uma merda, mas é legal, e faz olhinhos de fãs como eu brilhar em alguns momentos.

Dizem que o melhor prólogo das grandes séries de terror que nasceram nos anos 70 e 80 é Halloween, que eu não assisti e que nunca me interessou tanto, porém, a saga do maníaco-psicopata-doente-desde pixocotinho Michael Myers é extremamente elogiada. Aliás, Robie Zombie fez um remake dele que a crítica ate gostou. Porém, pra mim, a melhor história de assassino doentio que existe, é dele, O Senhor da Motosserra, Leatherface, do melhor-filme-prólogo-de-terror-do-passado e melhor-remake-de-terror-da-história, O Massacre da Serra Elétrica.

Fui assistir o remake de 2005(4 ou3?) no cinema. Ótimo. Eu fiquei pregado na cadeira, vibrando, a adrenalina a mil. Boas atuações, uma boa humanização dos personagens e um desfecho do caralho. A produção estava impecável. E além de todo o terror de um filme já aterrorizante por si só, temos o inabalável fato de que tudo aquilo é baseado em fatos reais. O maior terror de O Massacre é psicológico. Desse eu sou fã fã fã. Mesmo que também tenha sido degradado em continuações miseráveis e ridículas (embora O Início seja também muito bom).

Eu sonho em fazer um filme de terror que beira o trash e ao mesmo tempo pareça uma coisa boa. Não sei que assassino eu vou usar, quais clichês, que tipo de execução no roteiro ou como será a humanização dos personagens. Só sei que eu quero fazer. E sei também a ambientação, a UFAC. Me desculpa quem não conhece, mas a minha Universidade a noite é um terror puro. C-l-i-m-ã-o é o que não vai faltar no meu filme. E só pra quebrar as regras, eu acho que a mocinha (ou inho, vai saber) não vai ser virgem, pelo contrário, vai ter um passado bem depravado, de preferência de promiscuidade no antigo Carnaval da Gameleira.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Conversas Bizarras na Universidade – Ato II

Pollyana Morena Veneno diz:
Manu, Samuel, vocês tão ficando doidos. Doidinhos aqui na UFAC.

Bryan diz:
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Manu diz:
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Por que, Polly? Kkkkkkkkkkk

Pollyana Morena Veneno (com cara de séria) diz:
Porque vocês tão. E tu Manu, é a mais doida, e ta arrastando o Samuel contigo.

Bryan diz:
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Vovó sempre disse que eu sou uma pessoa muito influenciavel.

Pollyana Morena Veneno diz:
Vocês só comprovam uma tese minha. Se você murar a UFAC, ela vira um manicômio, se jogar uma lona, vira um circo.

Bryan e Manu dizem:
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Simona Animal (fingindo que é uma pessoa séria, mas cuspindo saliva de tanto rir por dentro) diz:
Bixo, eu me preocupo com o mundo, é triste, o mundo é cercado por pessoas com a profundidade de um pires

Bryan (com a barriga doendo) diz:
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Manu diz:
Repete pelo amor de Deus que eu vou colocar essa frase no meu Orkut.